terça-feira, 29 de agosto de 2017

Geisy Arruda garante: "Só tenho a agradecer as pessoas que me humilharam"

Rede TV
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Geisy Arruda reverteu o bullying que sofreu na universidade e soube fazer disso uma oportunidade de vencer: "Eu sou só gratidão, eu só tenho a agradecer muito as pessoas que me humilharam um dia na faculdade, os haters, os jornalistas que já falaram mal de mim." Ela avisa: "Vocês vão ouvir muito falar sobre mim ainda". 

Após ataques, Miss Brasil deve denunciar 'racistas da internet'

CORREIO 24 HORAS

"Existe uma lei que combate o racismo, e essas pessoas que a desrespeitaram precisam pagar pelo que fizeram"

Logo que foi coroada Miss Brasil, a piauiense Monalysa Alcântara se viu alvo de muitos ataques racistas nas redes sociais. A jovem de 18 anos, no entanto, pretende acionar judicialmente os responsáveis pelas mensagens discriminatórias. Em entrevista à Folha de São Paulo, a jovem de 18 anos lembrou os ataques racistas sofridos pela atriz Taís Araújo e pela jornalista Maju Coutinho em 2016. As duas denunciaram o caso e conseguiram identificar os autores das injúrias raciais.
"Estou muito feliz e ainda estou comemorando o resultado do concurso", disse Monalysa, que  venceu a disputa entre outras 26 representantes de Estados brasileiros. "Mas, com certeza vou acionar a Justiça. Existe uma lei que combate o racismo, e essas pessoas que a desrespeitaram precisam pagar pelo que fizeram", disse à Folha.
Monalysa Alcântara é a terceira negra na história do concurso a conquistar o título. No ano passado, Raíssa Santana quebrou um jejum de 30 anos e foi a segunda negra a levar o coroa.

Com 20 mil seguidores nas redes sociais na semana que antecedeu a coroação, a jovem viu seu número de seguidores chegar aos 270 mil essa semana. O problema foi que, além do reconhecimento e do apoio de milhares, vieram também comentários que, de maneira ofensiva, chegaram a questionar o resultado da disputa.
"As pessoas falam do meu estilo e da Raíssa, que venceu o ano passado. Fazem um monte de especulação e comparações, mas não entendem que o resultado do Miss Brasil foi independente de cor ou raça. Ele premiou quem foi considerada a melhor num conjunto."
A eleita disse que apenas mostrou sua personalidade. "Eu estava tranquila, fui eu mesma, e isso pesou bastante. Eu não estava entre as favoritas, então foi uma surpresa o resultado", avalia.
Essa não foi a primeira vez que ela sofreu preconceito por ser mulher, negra e nordestina. "Eu já sofri bullying na adolescência. Mas a cada problema que enfrentei, ganhei mais forças para batalhar, para enfrentar as dificuldades. Acho tudo que já vivi tem me dado suporte para enfrentar os desafios desse momento", contou.

Kirk Hammett: guitarrista sofreu bullying no ensino médio


Por Igor MirandaFonte: 107.7 The Bone / Blabbermouth

O guitarrista Kirk Hammett afirmou ter sofrido bullying durante o ensino médio. A revelação foi feita em entrevista à rádio 107.7 The Bone, de San Francisco.
Hammett relembrou que um "grupo de gangsteres locais pegava qualquer um que fosse um alvo fácil por serem diferentes deles". Segundo o músico, "eram pessoas com QI baixíssimo que não tinha nada melhor para fazer".
O músico destacou que os rapazes o aterrorizavam o tempo todo. "Eles iam para o outro lado da cidade, e havia as quadrilhas de mexicanos com as quais tínhamos que nos preocupar. Não íamos a lugar nenhum perto desses caras", afirmou.
Kirk disse que começou a tocar guitarra nessa época, pois era uma das poucas coisas que conseguiam deixá-lo mais calmo. Segundo Hammett, a música salvou a vida dele. "Se eu não tivesse a música, eu teria... quem sabe o quê? Eu estava em um caminho ruim quando descobri a música e ela me afastou desse caminho", revelou.

Vítimas e autores de bullying ficam suscetíveis a problemas de saúde

Além dos prejuízos emocionais, a violência sofrida na infância causa, a longo prazo, problemas como dependência química e hipertensão
Por: Vilhena Soares - Correio Braziliense

Arte: CB
Arte: CB

Quando o tema é bullying, geralmente os danos psicológicos causados por esse tipo de violência são os mais lembrados. As consequências emocionais, porém, podem ser tão devastadoras a ponto de gerar danos físicos ao longo do tempo. Pesquisas têm mostrado que tanto as vítimas quanto os autores ficam mais suscetíveis ao desenvolvimento de problemas de saúde quando adultos, como desordens cardiológicas desencadeadas por dependência em cigarro e álcool e problemas de sono. As constatações, dizem especialistas, tornam a vigilância contra o bullying ainda mais necessária.

“As consequências a longo prazo são importantes de serem estabelecidas. A maioria das pesquisas sobre esse tópico se baseia no tratamento para a saúde mental, mas nós quisemos examinar o impacto potencial na saúde física”, explica Karen A. Matthews, psiquiatra e professora da Universidade de Pittsburg, nos Estados Unidos. Ela e a equipe trabalharam com a hipótese de que, como o bullying leva a interações interpessoais estressantes para vítimas e agressores, ambos poderiam ter a saúde debilitada.

A fim de aprofundar essa questão, recrutaram participantes do estudo Pittsburgh Youth, investigação com dados de 500 meninos matriculados nas escolas públicas da cidade norte-americana em 1987 e 1988, quando o grupo cursava a primeira série e tinha entre 10 e 12 anos de idade. À época, os participantes foram submetidos a avaliações regulares sobre fatores psicológicos e biológicos. Também foi feita a coleta de dados fornecidos pelos pais e professores sobre comportamentos relacionados ao bullying.

Quase 20 anos após o experimento, a equipe de Karen Matthews conseguiu reunir 260 participantes do estudo original, que responderam a questionários sobre fatores de saúde psicossocial, como nível de estresse, histórico de saúde, dieta e exercício e status socioeconômico. Como resultado, os pesquisadores observaram que os agressores e as vítimas de bullying tinham uma condição de saúde classificada como fraca.

O estudo mostrou ainda que os agressores durante a infância eram mais propensos a fumar cigarros e maconha, a experimentar circunstâncias estressantes e a ser agressivos e hostis. Por outro lado, os que haviam sido intimidados tendiam a ter mais dificuldades financeiras, relataram se sentir tratados injustamente pelos outros e eram menos otimistas quanto ao futuro.

“Os agressores da infância ainda eram combativos, e as vítimas continuavam se sentindo tratadas injustamente. Ambos os grupos tiveram muitas situações de estresse na vida adulta. Com isso, vemos que o impacto do bullying na infância dura muito tempo e que esses resultados também estão relacionados a riscos maiores de doenças cardiovasculares”, ressalta Karen Matthews.

Aval científico

Para Roberto Cândia, cardiologista do Laboratório Exame, em Brasília, a pesquisa norte-americana traz constatação científica a uma suspeita antiga. “Ainda não tínhamos a exata noção dos danos à saúde que o bullying pode causar, e também vimos que os dois lados envolvidos saem prejudicados. Podemos observar que o uso de cigarro e álcool, além do de drogas ilícitas, é recorrente em pessoas que sofrem esse trauma, e eles podem prejudicar severamente o organismo, com problemas graves, como pressão arterial alta e mais chances de ter um infarto”, destaca.

O cardiologista também ressalta que o trabalho reforça como os danos causados por esse tipo de violência são bem mais duradouros do que o imaginado, o que serve como um alerta para as vítimas e pessoas próximas a elas. “Vemos que a fase da infância não é a única prejudicada, a criança vai levar esse prejuízo para a vida toda. Isso vai influenciar muito negativamente o organismo dela, já que a saúde estará mais debilitada”, explica.

Tania Paris, fundadora da Associação Social pela Saúde Emocional de Crianças (ASEC), em São Paulo, também acredita que o estudo serve como mais reforçador da importância de combater o bullying. “Esse tipo de estudo ressalta a necessidade de essa luta ser mantida, já que, dessa forma, também evitaríamos a segunda modalidade de danos, os físicos, que podem surgir muito depois. Ou seja, estaríamos combatendo a fonte de diversos outros problemas”, frisa.

Tania Paris sugere que os resultados da pequisa sejam discutidos com adolescentes. “Esse tipo de informação pode ser bastante útil quando conversamos com os jovens. Dizer a eles que essa prática pode ter consequências severas à saúde pode funcionar como um argumento forte para esse tipo de público. Para as crianças, porém, não funcionaria. Com os menores, tentamos ao máximo estimular a vontade de ajudar, mostrar a eles que vão se sentir muito mais felizes consigo mesmo caso façam algo de bom para o colega, em vez de abusar dele”, conta.

Até a meia-idade

Uma pesquisa do King’s College mostrou que os prejuízos emocionais e físicos do bullying vivido na infância persistem até pelo menos a sexta década de vida. O estudo, publicado no American Journal of Psychiatry, avaliou dados de mais de 7 mil crianças reunidos no estudo British National Child Development Study. A pesquisa foi realizada durante uma semana em 1958, quando os participantes tinham em média 10 anos de idade.

Em 2014, os pesquisadores britânicos avaliaram os dados reunidos no primeiro trabalho e compararam com informações da maioria dos analisados fornecidas por novas entrevistas. Constataram que indivíduos intimidados na infância eram mais propensos a ter uma saúde física e psicológica mais fraca e um funcionamento cognitivo mais prejudicado quando chegaram à casa dos 50 anos. Eles também apresentaram risco maior de depressão, transtornos de ansiedade e pensamentos suicidas.

Palavra de especialista

Refúgio errado

“As pessoas que sofrem bullying têm maior propensão ao uso de drogas por diversas razões. Algumas recorrem a essas substâncias na tentativa de se inserir em um grupo ou como uma maneira de obter alívio das angústias e dos sintomas provocados pelo bullying. Essa imposição é particularmente forte entre os adolescentes. Nessa fase da vida, a prática de bullying é muito comum, e os indivíduos que sofrem com isso tendem a ficar mais isolados. Por isso, podem enxergar o uso de drogas como uma alternativa de se ‘encaixar’ em algum tipo de grupo. Também observamos que vítimas têm uma tendência maior de sofrer de ansiedade e depressão e muitas delas acabam não buscando tratamento adequado para combater os sintomas. Muitas dessas substâncias são tratadas pelas pessoas como uma forma mais fácil de ‘curar’ o que elas estão sentindo, principalmente nos casos em que o indivíduo não quer um tratamento ou não tem acesso fácil a um serviço médico”

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Polícia Civil capacita gestores de escola para enfrentamento ao bullying

Capacitação é resultado de parceria com a Prefeitura Municipal de Paulista para alcançar professores(as) e diretores(as) das escolas da rede municipal
O DIÁRIO DE PERNAMBUCO

Agentes do Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA) ministram uma capacitação para combate ao bullying em escolas da rede municipal de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, na manhã desta sexta-feira. Segundo a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), cerca de cem pessoas, entre professores e diretores de escolas, vão receber orientação de como prevenir e reprimir práticas de intimidação ou constrangimento físico e psicológico por estudantes, professores ou outros profissionais da comunidade escolar.

O encontro Aspectos Legais de Enfrentamento ao Bullying será realizado no Senac de Paulista, numa parceria entre a PCPE e a Prefeitura Municipal de Paulista. O delegado Jorge Ferreira e os comissários Alexandre Maciel e Carolina Garcia falarão sobre a Lei 13.185/2015, que prevê além da conscientização, prevenção e combate a todos os tipos de violência, a assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e também a agressores.

Para combater bullying, alunas criam grupo de dança em escola de Aripuanã

A atitude das alunas ganhou apoio da comunidade escolar contra a gordofobia e avançou para outras escolas vizinhas

Redação 24 Horas News

É possível fazer da dança um meio educativo para prevenir e combater o bullying sofrido por estudantes que estão acima do peso? Um grupo de alunas do 6º ano do ensino fundamental da Escola Municipal José Ary da Costa, em Aripuanã (MT), provou que dançar em conjunto afasta a timidez e eleva a autoestima. O projeto que deu origem ao grupo de dança Jac Dance, foi um dos destaques do Desafio Criativos da Escola.

As atividades que começaram em 2016 com apenas três estudantes, logo conquistaram o apoio de educadoras e, além de melhorar a socialização no colégio, fez com que as alunas e os alunos envolvidos melhorassem seu desempenho escolar. Hoje, o grupo conta com 30 integrantes que realizam atividades, inclusive, em outras escolas.

Mesmo não estudando mais lá – a escola oferece aulas apenas até o 6º do ensino fundamental - as “veteranas” ainda frequentam os encontros de dança, que perdura graças à atuação das educadoras responsáveis e dos alunos e alunas mais novos que integram a atual composição do Jac Dance. Reconhecendo a relevância da atuação do projeto, a Secretaria de Educação de Aripuanã custeou a reforma na sala usada para os ensaios, instalando ar condicionado e doando equipamentos de som.

As inscrições para a 3ª edição do Desafio Criativos da Escola já estão abertas e vão até o dia 1º de outubro. Realizada pelo programa Criativos da Escola, do Alana, a premiação irá reconhecer 11 iniciativas que mais se destacarem por seu protagonismo infanto-juvenil e impacto social, e levará três estudantes e um educador de cada grupo para uma viagem ao Rio de Janeiro (RJ). Pelo segundo ano consecutivo, o Desafio conta com o apoio do programa Parceria Votorantim pela Educação, do Instituto Votorantim, nos 53 municípios onde desenvolve suas atividades.

Sobre o Alana
O Alana é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que aposta em programas que buscam a garantia de condições para a vivência plena da infância. Criado em 1994, o Alana é mantido pelos rendimentos de um fundo patrimonial desde 2013. Tem como missão “honrar a criança”.

Mãe do jovem de 13 anos que matou adolescente em Goiânia acredita que o filho sofria bullying

MAIS GOIÁS 

Após a morte da garota de 14 anos, o garoto foi levado para a Depai
A mãe do menor de 13 anos que matou a adolescente Tamires de Paula, de 14 anos, na última quarta-feira (23) alegou, em entrevista à TV Rede Record Goiás, que acreditava que o filho sofria bullying. O garoto chamava atenção por ser mais alto que os outros garotos da escola.
A mãe do jovem afirmou que, no ano passado, na escola em que estudava, ele vinha sendo hostilizado por conta de sua altura. Para a psicóloga que atendeu o garoto depois do crime, ele falou que já tinha a faca usada para matar Tamires há cerca de um mês. Isso levou a mãe a pensar que seu filho tinha sido ameaçado.
O pai do garoto foi ouvido pela Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (Depai). A mãe ainda não foi autorizada a ver o filho, mas o juiz responsável pelo caso prometeu que o encontro pode acontecer. A mulher afirmou que existe um histórico de depressão na família.
Tamires foi enterrada nesta quinta-feira (24) na cidade de Pires do Rio.

Cras de Mangabeira e Rede Colméia realizam gincana sobre o ECA

PROJETO TRÍPLICE ALIANÇA

Fátima Sousa

O bullying, a alimentação saudável e outros temas ligados ao desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes, fazem parte das prendas da IV Gincana da Juventude Integrada (Assistência Social, Educação e Saúde) da Rede Colméia Mangabeira. O evento será realizado nesta sexta-feira (25), às 13h, na Escola Municipal Zumbi dos Palmares, Rua Rita Xavier de Oliveira, Mangabeira VI.
Desta vez, a gincana conta com a participação de 120 alunos da Rede Municipal de Ensino e usuários do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), do Centro de Referência da Assistência Social – Cras de Mangabeira. A ação se destina também a toda comunidade.
Débora Maria Melo, coordenadora do Cras, explica que a gincana é uma ação voltada para adolescentes com o intuito de trazer conhecimentos sobre Lei 8.069, de 13 de julho de 1990, que instituiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “ A gincana também vai apresentar esclarecimentos acerca dos direitos da criança e do adolescente para os alunos do SCFV e das escolas da Rede Municipal de Ensino de Mangabeira”, reforçou Débora Maria Melo.
Gincana – A gincana consiste na integração entre as escolas e a garotada do SCFV. Durante a atividade, a meninada será subdividida por cores. Os participantes tiveram um período para estudar sobre o ECA. As provas serão lúdicas com as temáticas do bullying e alimentação saudável, terminando com perguntas e respostas sobre o ECA. O ganhador será o que obtiver maior pontuação nas provas.
Rede Colméia – A Rede Colméia Mangabeira é uma rede intersetorial que atua no território Mangabeira/Bancários e trabalha a proteção integral à criança e ao adolescente. Busca o fortalecimento do trabalho intersetorial no território com a mobilização de todas as instituições da área e as famílias. Além de prover a proteção, busca a socialização de seus membros e atua como mediadora com outras instituições sociais, fazendo a articulação integral entre elas.

Quando o bully é o professor.

FOFOCA ORG

Esta é a carta que decidiu publicar (com a resposta de um profissional abaixo):
Ultimamente tenho ouvido tantos pais como eles lutaram para desfazer o dano que foi feito por um professor da escola que degradados ou intimidado seu filho.
Agora este é realmente um grande problema, porque nós ensinamos nossas crianças a respeitar as pessoas mais velhas. Assim, uma criança pode levantar-se contra outra criança assédio moral deles, mas eles não podem fazer nada contra um professor.
Existem programas em execução ao ensinar as crianças da escola como não ser provocadores e o que fazer se eles são intimidadas ou quando eles testemunham bullying.

Mas o que você pode fazer se o assédio moral é feito pelo professor?

No ano passado, na escola que meus filhos estavam participando, havia cinco mães que tomaram seus filhos fora da escola devido à maneira como um professor específico estava tratando seus filhos.
Nada aconteceu com o professor, porque ela é amigos com o diretor e sua esposa. Duas das crianças ainda estão recebendo tratamento para recuperar suas personalidades.
Agora, este ano, o meu filho foi uma das novas vítimas, e a tal ponto que decidi remover todos os três dos meus filhos da escola.
Ele voltou da escola muitas tardes com um humor muito triste. Ele começou a acreditar que ele era mudo, porque o professor disse isso.
O dia em que meu filho orou “Querido Deus, por favor me ajude hoje e ter certeza de que meu professor não será significa para mim novamente”, foi o dia que eu removi todos os três da escola
Eu sabia que seria um mau pai para permitir que isso continue.
Comecei a pensar sobre todas as outras pessoas que me disseram como seus filhos foram emocionalmente afetadas. Sei que este é um problema comum a acontecer em muitas escolas.
Eu realmente não tenho o conselho perfeito. Eu apenas tomei meu filho longe da situação, mas ainda sinto pena das crianças que ficaram na sua classe. Quem será a próxima vítima?
E quanto tempo devemos manter a calma em nosso país sobre isso? Vamos esperar até que algo grave aconteça?
Então, eu acho que seria maravilhoso ter um artigo para dar alguma orientação aos pais sobre como lidar com a situação.
Eu acho que a consciência vai ser maravilhoso, também para fazer este pequeno número de “maus professores conscientes de que eles estão fazendo para as crianças pobres.

Nosso conselheiro responde:

Intimidação por parte de professores é uma situação tão difícil de lidar. O que ensinar as crianças a fazer em torno de bullying – como indo embora, ignorando ou dizendo um professor ou pai – é muito mais difícil quando o agressor é um professor.
Muitas vezes as crianças temem que eles não vão ser acreditado – e eu ouvi falar de casos em que o professor responsabiliza o comportamento da criança ou até mesmo sugere que a criança precisa de ajuda externa. Isso muitas vezes deixa os pais confusos e sem saber o que acreditar.
A maioria das pesquisas eu tenho pontos feito para mover a criança da escola, mas que nem sempre é possível.

A primeira coisa que eu sugiro é que a criança se sente ouvido e acreditado pelo pai

É preciso muita coragem para se abrir sobre ser intimidado – para que eles precisam de muito apoio emocional.
Eu também sinto que seria útil para conversar com outros pais da mesma classe. Muitas vezes isso não é um caso isolado. Outras crianças também sofrem da mesma forma, ou ter testemunhado o bullying. É mais fácil falar com o chefe do grau ou o principal, se você tem informação adicional que foi recolhida a partir de outros.
Quando eu trabalho com crianças que sofreram abuso, montamos um plano de segurança, que inclui coisas como importantes as pessoas de contato e sugeriu habilidades de enfrentamento. Por exemplo o que fazer quando sentem medo, tem pesadelos, sentir-se triste ou irritado.
Eu estou querendo saber se algo como isso seria útil para a criança intimidado – em primeiro lugar, mostrando-lhes que eles são ouvidos e acreditava, e que alguém é “do seu lado” -, bem como ajudá-los a lidar com as emoções que surgem.
Espero que este seja útil. É realmente uma complicada – especialmente à medida que ensinar nossos filhos a ser respeitosa com os adultos e que seria de esperar para ser capaz de confiar em que o professor tem os melhores interesses dos nossos filhos no coração.
Sobre o autor
Marina Galletis é um conselheiro que trabalha principalmente com mulheres e crianças, fornecendo aconselhamento individual, grupos de apoio e oficinas educativas.
Marina@completeclarity.co.za

A foto privada de sua interpolação pode ser viral. Veja como.

FOFOCA ORG
Quando meu marido Jason e eu decidimos dar a nossa filha um telefone e uma conta Instagram, esses dons veio com uma corda amarrada: Ela concordou em ter muitos, muitos (muito muitos) conversas abertas com a gente sobre o uso de mídia social gentilmente.
A primeira vez que nos sentamos juntos para discutir os tipos de fotos que podem compartilhar em sua conta, pensando em quem pode ver – e ação – suas fotos uma vez que está on-line, ela me deu o one-liner que você, também, pode ter ouvido antes: “Mas é uma conta privada; só os meus amigos podem ver as minhas imagens e eles nunca faria algo assim.”
Ali mesmo, eu mostrei-lhe como muito grande que equívoco é. Aqui está o que eu fiz em três etapas e, em menos de um minuto:
  1. Depois fui para o meu próprio rolo da câmera e lá estava a foto (privado) salvos em meu fluxo.
  2. Eu cliquei no botão “share” no canto inferior esquerdo da tela do meu e estas foram apenas algumas das opções que apareceram para mim: eu poderia compartilhar essa foto (privado) através de texto, e-mail, Twitter e Facebook.
O que eu queria mostrar a minha filha é que muito, muito facilmente e rapidamente a foto (! Privada) tinha o potencial para ser visto por muito mais do que os 100 seguidores aprovados essa menina tinha em sua conta.
Eu, é claro, não compartilhar sua foto, e você pode estar pensando que os amigos dos seus filhos nunca iria compartilhá-lo também. Mas você se lembra de ser uma interpolação e um adolescente? Você se lembra de ser impulsivo? Você se lembra nem sempre pensar sobre as coisas?
Nossos filhos não são tão diferentes do que éramos nessa idade. Mas o seu acesso a mídia social torna suas decisões rapidamente feitos capaz de ser um pouco maior, um pouco mais alto, ter um pouco mais de impacto, um soco maior, se você quiser.
Eles são experientes, muito experiente, e eles sabem como fazer essas coisas, parece quase instintivamente, por vezes, e nós, é claro, não pode controlar o que todo mundo que segue os nossos filhos sobre a mídia social vai fazer.
É por isso que contas privadas e valentão que revisa nossas crianças não são as soluções para o bullying – sobre ou off-line.
As soluções estão em ensinar nossos filhos a pensar primeiro sobre o potencial alcance de suas mensagens, sobre quem poderia ver suas fotos e palavras, antes de compartilhá-las.
E segundo, para se certificar de que nós estamos levantando o tipo de crianças que realmente “nunca fazer esse tipo de coisa”.
Todo este exercício levou menos de um minuto para fazer com minha filha. Eu faço, e continuará a, revisitá-la de vez em quando. Mas em comparação, “valentão que revisa” programas têm sido em torno de, pelo menos desde que eu comecei ensino – que tem sido quase duas décadas – e as estatísticas de bullying não está recebendo qualquer melhor.
Temos que ter conversas diretas com nossos filhos sobre o dano esse tipo de comportamento poderia fazer, os sentimentos isso poderia ferir, as ondulações isso poderia causar. Nós temos que ajudá-los a ser as crianças que vêem um comportamento como este tão problemático – para não tomar parte nela e ser os únicos a falar contra ele.
Temos que criar filhos amáveis ​​que irá usar a mídia social para elevar – sempre.
Temos que criar filhos amáveis.
O livro de Galit, bondade ganha, é um guia simples, no-nonsense para ensinar nossas crianças a ser gentil online. Saiba mais aqui.