quinta-feira, 25 de maio de 2017

Leitura Descontrolada faz resenha de "PEPITA - passei a minha infância e adolescência sendo perseguida, sofrendo bullying." um livro de Mar'Junior


Compre o livro digital na Amazon - https://www.amazon.com.br/dp/B01N257QVJ
Cliente #Unlimited o e-book é gratuito
Apoie o projeto no Catarse - https://www.catarse.me/pepita
Contato com o autor pelo WhatsApp (21) 964584532


BULLYING - Cia Atores de Mar´ no RJTV 1ª edição

BULLYING - depoimentos novembro SESC Copacabana

BULLYING - depoimentos novembro SESC Copacabana

Música "O bullying é do mal"

Quais as diferenças entre preconceito e bullying?

JORNAL DO CAMPUS

Professor do Instituto de Psicologia distingue os dois fenômenos e mostra como encará-los
Professor José Leon Crochik debate sobre preconceito e bullying. (Foto: Carla Camila)
Como parte do programa Seminários de Ensino de Ciências, da Pós-Graduação Interunidades em Ensino de Ciências, o Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP) promoveu, no dia 9 de maio, palestra sobre a violência escolar. Ministrada pelo professor José Leon Crochik, que coordena o Laboratório de Estudos sobre o Preconceito (LAEP) do Instituto de Psicologia da USP, a exposição discutiu as principais características e diferenças entre preconceito e bullying, assim como suas implicações.
O termo bullying serve para definir a prática, individual ou em grupo, de agressões físicas e psicológicas, durante um período de tempo, sobre vítimas consideradas mais fracas em uma relação de poder e que, portanto, não são capazes de reagir suficientemente para fazer cessar a agressão. Dados de uma pesquisa empírica coordenada por Crochik entre os anos de 2011 e 2014 em oito escolas de São Paulo demonstram que, diferentemente do que ocorre com o preconceito, as razões que levam os indivíduos a praticarem o bullying não tem relação com medos e inseguranças pessoais projetadas no alvo, mas sim com uma necessidade narcisista de se destacar, dominando e destruindo o outro.
Crochik aponta também que o preconceito tende a produzir justificativas mais demarcadas para sua existência, então, alguém que persegue os judeus, por exemplo, argumentaria que o faz por se tratarem de parasitas, mentirosos, etc. O bullying, por outro lado, não tem um alvo específico, “torna-se vítima quem estiver à disposição para poder ser destruído, para poder ter sua vontade dominada pelo agressor. A ideia é poder humilhar e destruir”, afirma o pesquisador. Essa diferença é importante porque ajuda a explicar o motivo pelo qual o bullying é mais difícil de combater do que o preconceito.
A priori, o preconceituoso é alguém que, de certa forma, idealiza o objeto do seu ódio se apropriando de estereótipos culturais e que, portanto, evita qualquer contato com ele para que essa idealização não seja confrontada com a realidade. Nesta medida, pode-se afirmar que “a experiência é o antídoto do preconceito”. Por outro lado, a natureza menos racional do bullying sequer permite que esse tipo de confronto seja usado na solução do problema.
Cyberbullying
O cyberbullying pode ser praticado uma única vez, mas, por poder ser divulgado para uma multidão de pessoas por infinitas vezes, tem uma intensidade momentânea muito maior. Esse aspecto colabora para torná-lo, em muitos casos, mais danoso, uma vez que escapa aos ambientes específicos de convivência da vítima, tornando-se algo mais constante e amplo. Para José Leon Crochik, “a vítima se sente humilhada frente a um universo de pessoas conhecidas e desconhecidas”.
Como enfrentar o bullying
Crochik lembra que vivemos em uma sociedade que estimula a competição e que, portanto, instiga a divisão entre fracos e fortes, o que gera tensão. “A vontade de destruição surge para poder eliminar essa tensão”. Para ele, um passo importante rumo ao combate do problema é sua discussão no âmbito escolar. “A ideia é a de poder pensar o ridículo da competição. Se vivemos juntos, é ótimo que o outro também tenha habilidades, porque precisamos dele. Quando não quisermos dominar ou vencer quem quer que seja, poderemos viver em paz e tranquilos”, afirma.
Em curto prazo, é importante que o alvo do bullying encontre meios de reagir para que as agressões parem. Conversar sobre o que acontece com seus pais, professores ou orientadores pode ajudar.
Apesar de não ter um programa específico voltado para o atendimento de vítimas de bullying, o IPUSP oferece atendimento psicológico, psicoterapia e outros serviços em sua clínica-escola. Os interessados podem entrar em contato por telefone para pedir informações adicionais.
IPUSP
Av. Prof Mello Moraes, 1721 -Bloco D – Cidade Universitária – São Paulo – SP
Site: http://www.ip.usp.br/
Telefones: (11) 3091 8248 / 8223

Um estádio contra o bullying: saiba mais sobre o palco da final da Liga Europa

O JOGO PT

António Pires, enviado especial a Estocolmo

A Friends Arena é um moderno estádio com capacidade para 48 mil espectadores e que deve o seu nome a uma causa nobre.
Inaugurada em 2012, no local onde antes se encontrava o estádio Rasunda, a Friends Arena é um moderno estádio com capacidade para 48 mil espectadores e que deve o seu nome a uma causa nobre.

Foi o Svedbank quem comprou os "naming rights" do estádio mas ainda antes da inauguração do recinto cedeu esses direitos à organização anti-bullying "Friends". O objetivo é dar a conhecer uma organização que trabalha para reduzir o bullying nas escolas e entre os jovens nos clubes desportivos.

Norte-americana de 10 anos lança marca de camiseta contra o racismo

MARIE CLAIRE

“Não importa o quão escura ou clara você é, apenas saiba que você é bonita e que sua pele não determina sua beleza”, disse Kheris Rogers, dona da “Flexin My Complexion”

Kheris Rogers, de Los Angeles, nos EUA, tem apenas 10 anos, mas acaba de tomar uma atitude poderosa. Depois de enfrentar episódios recorrentes de racismo na escola, ela decidiu combater o preconceito com uma coleção de camisetas. A marca batizada de “Flexin In My Complexion” (mostrando minha pele, em tradução livre), cuja inscrição está estampada nas peças, tem como objetivo estimular a autoconfiança de meninas negras.
Desde muito cedo, Rogers sofreu bullying dos colegas por conta do tom de sua pele e por isso precisou trocar de colégio diversas vezes. “Enfrentei muito preconceito. Na primeira série, na minha escola, só tinha eu e mais quatro crianças negras”, disse ao site Mic. “E muitas praticavam bullying porque não estavam acostumadas com o meu tom de pele. Ocorreu um incidente com uma professora uma vez, que passou uma tarefa para nos desenhar durante a aula. Na hora de pintar, ela me deu um lápis preto e não marrom. Fiquei muito triste.”

Na tentativa de aumentar a autoconfiança de Rogers, sua irmã de 22 anos, Taylor Pollard, compartilhou no Instagram uma foto sua e escreveu: “Ela tem só 10 anos, mas já é uma rainha”.  O tuite rapidamente viralizou e alcançou mais de 30 mil compartilhamentos e 84 mil likes. “Sua irmã vai dominar o mundo”, escreveu um seguidor. “Ela arrasa, é linda”, acrescentou outro.
Kheris Rogers vestindo uma das camisetas da marca (Foto: Reprodução Instagram)


As reações deixaram Rogers completamente surpresa. “Tinham muitos comentários de pessoas dizendo que amavam minha cor e meu cabelo”, disse ao Buzzfeed. Com sua autoconfiança resgatada, Rogers decidiu então se dedicar a empoderar outras meninas negras. A solução encontrada foi por meio da linha de t-shirts.
“Aos poucos, ela foi notando que era diferente. Chorava muito e dizia sempre que não gostar do tom da sua pele. Por isso, achava que só ela passava por isso, mas depois dessa repercussão notou que se trata de um problema global”, disse Pollard. “Então, ela decidiu ajudar quem se sentia mal por isso também.”

Assim que tomou a inciativa, Rogers tomou para si um lema poderoso: “Não importa o quão escura ou clara você é, apenas saiba que você é bonita e que sua pele não determina sua beleza”. No Instagram, onde já soma cerca de 22 mil seguidores, Rogers compartilha não só uma série de fotos suas, como também frases inspiradoras: “Ser negra é lindo e não vou deixar ninguém me dizer o contrário”.

Penacova continua a discutir o ‘bullying’

JORNAL DA MEALHADA


A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Penacova inicia o ciclo de conferências no dia 26 de maio, às 18h30 na EBI de São Pedro de Alva, com a sessão “Bullying - uma abordagem pela não violência”. Como explica Humberto Oliveira, presidente do Município de Penacova, "ao longo destas sessões haverá uma conversa orientada e informal com o Tiago Faria Morais, psicólogo clínico com vasta experiência nesta área, possibilitando refletir sobre a problemática do bullying, procurando-se fomentar formas de prevenção e proteção dos direitos das crianças do Concelho".
Esta ação será feita em várias freguesias do Concelho de Penacova e tem como objetivo a capacitação dos pais, mães, encarregados de educação, professores, técnicos e outros interessados, para a identificação de sinais de alerta em situações de bullying, assim como de intervir e combater este fenómeno.
De acordo com João Azadinho, vice-presidente do Município com a tutela da CPCJ de Penacova, "esta comissão tem vindo a dinamizar várias ações e a intervir sempre que necessário, sempre com o intuito de promover os direitos da criança e do jovem, bem como de prevenir ou pôr termo a situações suscetíveis de afetar a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento integral".

Escola Amélia Figueiredo de Lavor trata sobre bullying, automutilação e “Baleia Azul” em reunião

MAIS FM

Por
 Juan Carlos

Nesta terça-feira (23), foi realizada a 1ª Reunião de Pais/Responsáveis pela Escola Amélia Figueiredo. Na oportunidade, houve um momento formativo com o médico Péricles Vasconcelos, residente da Escola de Saúde Pública de Iguatu, que tratou sobre Bullying, automutilação, suicídio e aplicativo baleia azul, com o intuito de orientar a como tratar com os jovens sobre essas questões, além dos serviços públicos de saúde disponível no Município de Iguatu neste âmbito.
Na pauta institucional, foi tratado sobre o Programa Jovem de Futuro (PJF), a meta a ser alcançada pela Escola, e como os pais/responsáveis irão colaborar para tanto. A reunião foi encerrada com a entrega do boletim escolar e com o atendimento individual feito pelos (as) Professores (as) Diretores de Turma.
A Escola agradeceu às famílias pela confiança no trabalho desempenhado, demonstrado na expressiva participação na reunião, onde mais de 60% destes compareceram, e ainda parabeniza aos mesmos pelo empenho na educação dos discentes.