sábado, 25 de fevereiro de 2017

Resenha da @ressaca.literaria de "BULLYING - EU sofri. EU pratiquei. EU hoje conscientizo."


#Repost @ressaca.literaria with @repostapp
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☡ Resenha ☡ 📚Oiee leitores hoje vim trazer uma resenha sobre mais um livro do nosso escritor @ciaatoresdemar 👏👏👏👏Primeiramente quero falar que esse livro mecheu comigo em particular, Gostei bastante da narrativa, bem diferente, e expecifica. .
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Podemos perceber que mar está sempre evoluindo muito desde a escrita a pensamento.
Nesse livro O tema "Bulling" está sendo tratado mais seriamente do que em " Pepita" (seu segundo livro)
Iremos conhecer a História do escritor e como ele sofreu Bulling, pelo seu pai, amigos, e Como ele sobreviveu a tudo isso. .
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Além disso irá contar a Vida dele desde criança a adoslecente a jovem, o que mais achei engraçado, foi que podemos ver a evolução, desde a idade a pensamentos.
Podemos perceber no livro que o autor chegou a Níveis críticos, como passar fome, Ser negligenciado pelo pai e outras coisas. .
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Mas também percebemos a Mãe lutadora que ele tinha, que Lutava, para criar seus filhos com todas as suas forças.
No decorrer do livro vemos que o escritor, puxou muito a sua mãe, desde a força de vontade á um sonho de ver o mundo melhor. ⚋⚋⚋⚋⚋⚋⚋⚋⚋⚋⚋
⛤⛤⛤⛤- 4 ressaquinhas
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Personagens favoritos: Mar 👦 e sua Mãe 👵
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Obrigado a todos vocês que leram até aqui, e com isso venho avisar que esse livro está disponível Gratuitamente na Amazon por pouco tempo!
Caso queira adquirir o físico entre em contato com @ciaatoresdemar 

BULLYING COM A BEL ???

Trump revoga diretriz que permitia a alunos transgênero escolher qual banheiro usar nas escolas

SUL 21
Presidente dos EUA, Donald Trump revogou diretrizes de proteção a estudantes transgênero. | Foto: EFE/Michael Reynolds
O governo dos Estados Unidos cancelou nesta quarta-feira (22/02) as normas federais promulgadas pelo então presidente Barack Obama, em maio do ano passado, que garantiam que jovens transgênero pudessem escolher banheiros e vestiários compatíveis com sua identidade de gênero. O atual presidente, Donald Trump, revogou a ordem, contrariando as diretrizes da secretária de Educação, Betsy DeVos, que teria inicialmente se oposto à medida.
Com a mudança, os Estados e distritos federais ficarão encarregados de determinar se as leis federais de discriminação sexual se aplicam à identidade de gênero, passando a decisão, na prática, para os governos estaduais. “O presidente acredita firmemente nos direitos dos Estados” e certas questões “não são tratadas melhor a nível federal”, justificou Sean Spicer, porta-voz da Casa Branca.
DeVos, por sua vez, teria indicado desconforto com a medida devido ao dano potencial que a rescisão das proteções poderia causar aos estudantes transgênero, afirmaram fontes ligadas ao partido Republicano citadas pelo New York Times. Segundo o jornal norte-americano, o procurador-geral dos EUA, Jeff Sessions, levou a questão ao presidente Trump por causa das resistências da secretária. Spicer, no entanto, afirmou em entrevista coletiva que DeVos está “100% de acordo” com a medida.
Em um comunicado divulgado na quarta-feira à noite, DeVos declarou que considera uma “obrigação moral” para todas as escolas nos EUA proteger todos os alunos de discriminação, bullying e assédio. No entanto, a secretária de Educação também destacou que o acesso a banheiros não é um assunto federal. Sessions também reiterou que “o Congresso, as legislaturas estaduais e os governos locais estão em uma posição para adotar políticas apropriadas ou leis para esse assunto”.
Segundo o porta-voz da Casa Branca, o governo sofria pressões para agir devido ao caso do adolescente transgênero Gavin Grimm, que teve acesso negado a um banheiro na escola Gloucester County School Board, na Virgínia. O processo, pendente na Suprema Corte, será analisado pelo órgão em março.
Apesar das mudanças de diretrizes, Sessions afirmou que “o Departamento de Justiça permanece comprometido com a proteção de todos os estudantes, incluindo LGBTs, de discriminação, bullying e assédio”.
A mudança na posição do governo não terá um impacto imediato, pois a medida de Obama já havia sido bloqueada em agosto do ano passado pelo juiz federal do Texas, Reed O’Connor, a pedido de 13 estados.
Conservadores e ativistas reagem
Após o anúncio de Trump, cerca de 200 pessoas protestaram em frente à Casa Branca contra a revogação. “Esse ataque contra crianças transgênero marca um novo ponto baixo”, disse Rachel Tiven, chefe-executiva da organização LGBT Lambda Legal.
Mas a medida foi celebrada por setores conservadores, que consideram que a revogação corrige um excesso da administração Obama, que teria interferido em uma questão que deveria ficar a cargo dos Estados. O procurador-geral do Estado do Texas, Ken Paxton, que no ano passado abriu uma ação judicial contra as instruções de Obama, elogiou a decisão de Trump. “Nossa luta contra as instruções sobre banheiro sempre foi contra a tentativa do presidente Obama de contornar o Congresso e reescrever as leis para encaixá-las em sua agenda de promoção de mudanças radicais na sociedade”, disse Paxton, que é filiado ao Partido Republicano.

Ministério Público investiga abuso sexual entre atletas no Jamor

ZAP

Residência do Centro de Treinos de Alto Rendimento do Jamor.
Residência do Centro de Treinos de Alto Rendimento do Jamor.
O Ministério Público está a investigar um eventual caso de abuso sexual e de bullying a um jovem atleta do Centro de Alto Rendimento do Jamor. Um caso divulgado quando surge também, a notícia de outra atleta que terá sido chantageada com um vídeo de sexo.
Um rapaz de 15 anos, a residir no Centro de Treinos de Alto Rendimento do Jamor, diz-se vítima de agressões sexuais e físicas. O jovem tenista alega ter sido agredido por outros atletas também residentes no Centro, segundo reporta o Jornal de Notícias.
As agressões terão ocorrido no interior da residência do Jamor e a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção de Crianças e Jovens (CNPDPCJ) e a Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) estão a investigar a situação, nomeadamente para apurar “a eventual existência de mais casos”, reforça o JN.
Entretanto, o Correio da Manhã noticia o caso de uma jogadora de basquetebol que terá sido chantageada com um vídeo em que surgiria a fazer sexo com tenistas no mesmo quarto da residência onde terão sido cometidos os abusos contra o rapaz de 15 anos.

Três dos alegados agressores já deixaram o Jamor

O JN falou com o pai da vítima de abuso sexual que diz que fez as denúncias a 2 de Julho de 2016 junto da CNPDPCJ que encaminhou o caso para o Ministério Público e para a IGEC.
O jovem tenista estava alojado no Centro de Alto Rendimento (CAR) desde Novembro de 2015 e terá sido abusado durante a noite.
“Estando o meu filho a dormir, atletas do CAR, ao chegarem da escola e aproveitando o seu sono pesado, introduziram os órgãos genitais na sua boca“, relata o pai ao JN.
Ele conta ainda, que colocaram “uma cobra no quarto” do filho e que “um dia, ao recusar sair à noite”, lhe “bateram”.
Também refere que um atleta assistiu a tudo e que reportou a situação à “psicóloga do centro”, “algo que foi logo abafado”, conclui.
A TVI avança, entretanto, que os agressores serão quatro antigos colegas do menor no CAR, três dos quais já terão deixado o Jamor por “comportamentos cívicos desadequados”, mas que não terão qualquer relação com o caso dos alegados abusos sexuais.
A vítima deixou o Centro na sequência dos incidentes.

COP garante que o caso foi “superado”

O director de comunicação do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), Jorge Orlando Queirós, refere ao JN que “não existe nenhum caso relacionado com alegado abuso sexual cometido entre jovens residentes no CAR do Jamor” e que “não houve nenhuma queixa apresentada ao IPDJ ou ao responsável” do Centro.
Todavia, Jorge Orlando Queirós assume que houve “uma queixa efectuada pelo pai de um atleta” junto da CNPDPCJ, “relacionada com comportamentos cívicos desadequados protagonizados por jovens atletas residentes”.
Comentando a situação, o recém-eleito presidente do Comité Olímpico Português (COP), José Manuel Constantino, refere à Lusa que teve conhecimento do caso de abuso sexual “há cerca de três semanas”, mas que a mesma informação relatava que “a situação tinha sido superada”.
“É uma situação que me preocupa a mim, aos atletas, aos pais dos atletas, às federações e importa que rapidamente se consiga esclarecer a situação”, diz ainda Constantino, que foi reeleito para um segundo mandato à frente do COP com 144 votos favoráveis (mais um branco e um nulo) num universo de 180 votos.
ZAP // Lusa

Livro sobre bullying na Biblioteca

CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS

O livro “Bullying? Xeque-Mate!" voltou, no dia 23 de fevereiro, ao espaço da Biblioteca Municipal D. Dinis. Desta vez, ao polo de Caneças onde os autores Joana Santos e Pedro Moura voltaram a desfolhar cada página, chamando a atenção aos mais de 100 alunos presentes para as características deste problema crónico, ensinando os mais novos a lidarem, de forma positiva, com as situações de agressão e/ou intimidação.

CCJ aprova projeto de Sidelvan Nóbrega que assegura combate ao bullying nas escolas

PRB 10

Escolas públicas e privadas no Estado da Bahia deverão adotar medidas de conscientização, prevenção e combate ao “bullying”

Salvador (BA) – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia aprovou, no último dia 21, o parecer que inclui a rede privada de ensino no Projeto de Lei nº 21.259/2015, que trata sobre medidas de conscientização, prevenção e combate ao “bullying” no projeto pedagógico das escolas. O texto é de autoria do deputado estadual Sidelvan Nóbrega(PRB-BA).
No projeto inicial, a iniciativa contemplava apenas a educação básica da rede pública. Pelo novo texto, a proposta passa a valer também para as unidades escolares de educação básica e de ensino técnico e superior das redes pública e privada.
O objetivo, segundo Sidelvan Nóbrega, é capacitar professores e equipe pedagógica para a implementação de ações que visem o esclarecimento e orientação de estudantes em situação de assédio escolar, com o intuito de recuperar a autoestima e o desenvolvimento da convivência harmônica no ambiente de ensino. “É importante conscientizar os indivíduos que frequentam o ambiente escolar de seus direitos e deveres, valores morais e sociais para que saibam como se relacionar com pessoas, como respeitar e serem respeitados e como se livrar da covarde prática do assédio escolar”, disse Nóbrega.
O projeto deve passar ainda pelas comissões de Educação, Direitos Humanos e Finanças para depois ser encaminhado ao Plenário para votação e sanção do governador Rui Costa.
Texto: Ascom – deputado estadual Sidelvan Nóbrega
Crédito foto: Luiz Augusto
Eu repórter republicano
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PSP promove campanha “Bullying é para fracos” nas escolas de Chaves

DIÁRIO ATUAL

A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Chaves esteve nas escolas, entre os dias 20 e 22 deste mês, a promover junto dos alunos do ensino básico e secundário a campanha “Bullying é para fracos”.
No dia 22 de fevereiro assinala-se o Dia Europeu da Vítima de Crime e foi com o intuito de sensibilizar os mais pequenos para esta problemática que a PSP de Chaves foi até às escolas do concelho para promover métodos de autoproteção e sensibilizar para a temática do bullying.
Segundo a força de segurança pública, “a escola é um dos contextos em que o bullying mais se faz sentir” porque é também um local onde se encontra um grande número de crianças e que por isso mesmo “dificulta a supervisão dos adultos sobre os comportamentos dos jovens”, constituindo “um impedimento para uma intervenção atempada”.
O bullying é um problema mundial e as agressões físicas e morais deixam marcas para o resto da vida. É por isso importante que os responsáveis estejam atentos aos comportamentos das crianças pois “a vítima de bullying pode sofrer este tipo de maltrato, durante muito tempo, sem que ninguém perceba o que está a acontecer. Esta forma de violência passa, na maior parte das vezes despercebida aos olhos dos pais, dos professores e da sociedade em geral”, alerta a PSP.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

VINGANÇA POR TER SOFRIDO BULLYING

MINHA HISTÓRIA DE BULLYING NA INFÂNCIA

Menina escreve carta e denuncia que pai estupra as 2 irmãs dela em MT

Polícia prendeu pai por estuprar criança de 11 anos e adolescente de 15.
Criança de 12 anos entregou carta para a professora, que fez a denúncia.

Denise SoaresDo G1 MT
Menina escreve carta e denuncia que pai estupra as 2 irmãs dela em MT (Foto: Divulgação/PM)Menina escreveu carta e entregou para a professora, que denunciou ao Conselho Tutelar (Foto: Divulgação/PM)
Uma criança de 12 anos denunciou que as suas duas irmãs, de 11 e 15 anos, eram estupradas pelo pai, em uma fazenda na região de Araguaiana, a 570 km de Cuiabá. A menina escreveu uma carta e a entregou para uma professora, que levou o caso ao Conselho Tutelar e à Polícia Militar nesta quinta-feira (23).
O pai das vítimas, de 40 anos, foi preso e autuado, mas negou os crimes. Os abusos, entretanto, foram confirmados por exames, segundo a Polícia Civil.
Menina escreve carta e denuncia que pai estupra as 2 irmãs dela em MT (Foto: Divulgação/PM)Menina escreveu carta e denunciou que o pai estuprava as 2 irmãs dela (Foto: Divulgação/PM)
Na carta, a menina diz que o pai é "ruim" e que estupra as duas irmãs dela. Ela também afirma que o pai deixa as crianças tomarem bebidas alcoólicas, mas não permite que tenham amigos.
Em outro trecho, a criança conta que a irmã dela, de 15 anos, está com o olho inchado porque ficou acordada a noite toda e que foi estuprada. No final da carta, a menina diz que "jura por Deus" que o pai estuprou as irmãs. Ela também fez um desenho do pai preso em uma cela.
De acordo com o comandante da PM, subtenente Elton Vieira, o Conselho Tutelar já monitorava uma situação de supostos maus-tratos e tentou por diversas vezes ter contato com as crianças. No entanto, o pai das vítimas não permitia as visitas ou aproximação dos conselheiros. Havia denúncias de que as crianças eram vítimas de maus-tratos e agressão.
As crianças, de 11 e 12 anos, além da adolescente e o irmão delas, de 14 anos, moravam sozinhas com o pai na zona rural de Araguaiana. A mãe está presa por tráfico de drogas no município de Piranhas, em Goiás.
Os pais são separados desde antes da prisão da mãe das vítimas. Duas das crianças moravam com a mãe, até que tiveram que se mudar para a casa do pai depois que ela foi para a cadeia.
“A diretora [da escola] recebeu da professora a foto da cartinha da criança, que revelava esses abusos contra as irmãs. Inclusive a carta pontuava que a adolescente teria sido estuprada durante toda a noite”, disse o comandante da PM.
De acordo com a polícia, o pai das crianças trabalhava como seringueiro em uma fazenda da região. “Eu conversei com ele [o suspeito], que não falou nada. Ele abaixava o olhar e não queria olhar para nós [policiais]. Ele estava abalado com a situação [da descoberta do crime]”, afirmou o comandante.
Investigações
O suspeito, as duas crianças e os dois adolescentes foram levados para a delegacia da Polícia Civil em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá. Conforme o delegado que começou a investigação, Wilyney Santana Borges, apenas a criança de 12 anos (que escreveu a carta) e o irmão dela não teriam sido vítimas dos abusos.
“Conversamos com a adolescente de 15 anos e com a criança de 11 e elas confirmaram os abusos. A menina de 15 anos tomava anticoncepcional fornecido pelo pai. Ele já a molestava há anos. Encaminhamos as meninas para exames que confirmaram os abusos”, afirmou o delegado ao G1.
A criança de 11 anos teria começado a sofrer os abusos há quatro meses, época em que passou a morar com o suspeito, depois da prisão da mãe. “A criança de 12 anos escreveu a carta e entregou para a professora. O menino de 14 anos é fechado, meio que protege o pai”, disse o delegado.
“Ele [o pai das crianças] negou os abusos, mas reconheceu que comprava o anticoncepcional para a adolescente porque, segundo ele, ela tinha o ciclo menstrual desregulado”, relatou Borges.
O delegado perguntou ao suspeito qual punição ele acha que deveriam receber as pessoas que cometem abusos contra crianças, principalmente contra os próprios filhos. “Ele disse que não poderia julgar ninguém e que tudo teria uma causa de ser e uma explicação”, afirmou o delegado.
O seringueiro foi autuado por estupro e estupro de vulnerável. Ele foi encaminhado para a Cadeia Pública de Barra do Garças. As vítimas foram levadas para um abrigo e estão sob a guarda do Conselho Tutelar. Os conselheiros e o Ministério Público devem fazer uma triagem para identificar se há algum familiar que poderia cuidar das crianças.