terça-feira, 28 de março de 2017

Colégio deve pagar R$ 13 mil a aluna que ficou gaga após bullying no Orkut


Estudante sofria com comentários a respeito do seu biotipo, diz magistrada.
Jovem teria passado a se isolar e ter problemas de fala após sofrer bullying.


Lislaine dos AnjosDo G1 MT
No processo, foram anexados os comentários feitos contra a aluna na rede social (Foto: Reprodução)No processo, foram anexados os comentários feitos contra a aluna no Orkut (Foto: Reprodução)
A Justiça de Mato Grosso condenou um colégio particular de Cuiabá a indenizar em R$ 13 mil uma aluna que sofreu 'bullying' por parte de colegas da escola onde permaneceu estudando por mais de três anos, durante o ensino fundamental. Consta no processo que as ofensas pelo tipo de cabelo e a cor de pele da aluna ocorriam dentro da unidade de ensino e também em sua página pessoal, na rede social Orkut, conforme consta no processo.
A condenação em primeira instância ocorreu em maio de 2016, mas tanto o colégio quanto os pais da aluna recorreram da decisão junto ao Tribunal de Justiça. A unidade de ensino tentou reverter a decisão e os pais visavam aumentar o valor da indenização. Os recursos foram rejeitados e a sentença foi mantida pela Sexta Câmara Cível em fevereiro deste ano.
G1 tentou, mas não conseguiu contato com a advogada do colégio e com a defesa da aluna. No processo, o colégio alegou desconhecimento da situação vivenciada pela estudante, afirmando que ela nunca teria demonstrado descontentamento ou reclamação referente à bullying. A decisão ainda cabe recurso.
Consta no processo que a aluno frequentou a escola entre os anos de 2007 e 2009, período em que cursou o 3º, 4º e 5º anos do ensino fundamental. Segundo os pais da aluna, até os 11 anos ela era “ativa, feliz, cantava e dançava no grupo da igreja”, mas mudou drasticamente o comportamento após ingressar no colégio.
“Desde então, passou a apresentar comportamento diverso, permanecendo calada e trancada em seu quatro por longo período, evitando se relacionar com a família, amigos e parentes, além de baixa autoestima e gagueira”, diz trecho do processo.
Conforme a mãe da vítima relatou no processo, os colegas de escola “tiravam sarro” da sua filha pela cor de pele e pelo cabelo dela, razão pela qual a menina passou a questionar o seu biotipo, se sentia inferior e dizia não mais querer frequentar o colégio, bem como se recusava a participar de trabalhos escolares em grupo, preferindo fazer as atividades sozinha.
Com efeito, desse laudos é possível constatar que além de a autora ter sido vítima de intimidação sistemática, essa violência resultou em danos psicológicos, com alteração de comportamento, dificuldade de relacionamento e problema na fala"
Trecho do voto da desembargadora Cleuci Chagas
Em seu voto, a desembargadora Cleuci Terezinha Chagas do recurso (4ª vogal), cujo voto de vista guiou o julgamento, ressaltou que os pareceres emitidos pelos profissionais técnicos da área de psicologia e fonoaudiologia confirmam que a estudante foi vítima de bullying no período em que passou matriculada no colégio.
“Com efeito, desse laudos é possível constatar que além de a autora ter sido vítima de intimidação sistemática, essa violência resultou em danos psicológicos, com alteração de comportamento, dificuldade de relacionamento e problema na fala”, afirmou a magistrada.
A desembargadora ressaltou, em seu voto, um parecer anexado ao processo, dado por uma psicóloga procurada pela mãe após um ano de discriminação sofrida pela filha.
O documento aponta que, devido aos episódios sofridos, a menina “tem dificuldade em lidar com sua imagem, comprometimento de sua autoestima, sentimentos de inferioridade, inibição, timidez, tendência em vivenciar as fantasias como necessidade de fugam isolamento de contato interpessoal e interação com o ambiente, insegurança, sentimento de inadequação aos ambientes extra familiar e apresenta ainda gagueira por ansiedade”.
Colegas de classe criticavam biotipo de aluna em comentários em rede social (Foto: Reprodução)Colegas de classe criticavam biotipo de aluna em comentários na página dela no Orkut (Foto: Reprodução)
Segundo a magistrada, a ocorrência de bullying também restou comprovada nos “comentários depreciativos e perseguições” feitos por colegas de sala nas fotos publicadas pela estudante em sua conta no Orkut.
A desembargadora ressaltou, ainda, que em diversas ocasiões a mãe noticiou o colégio sobre a exclusão social e a perseguição que a aluna suportava no local e que a escola encarou a situação como mera timidez e problema de relacionamento da aluna.
“Tal fato demonstra mais uma vez que a instituição de ensino tinha conhecimento de que havia algo de errado acontecendo com a estudante, pois, embora seja normal uma pessoa ser tímida, não se pode dizer o mesmo de uma adolescente que está evitando os colegas e o convívio social dentro da escola”, afirmou.

Justiça condena duas escolas a indenizar alunos vítimas de bullying

RD NEWS

Eduarda Fernandes

O Tribunal de Justiça condenou duas escolas ao pagamento de indenização a dois alunos vítimas de bullying sofrido dentro das instituições. Nos dois casos, o Judiciário manteve decisões de primeira instância favoráveis aos alunos que estavam matriculados em escolas de grande porte.
Reprodução
bullying-2-600x408.jpg
Estudantes sofrem bullying e duas escolas são condenadas a pagar indenização
No primeiro caso, a Sexta Câmara Cível analisou dois recursos de apelação, um interposto pela instituição de ensino e outro pelos pais da criança vítima de bullying. Em primeira instância, a ação de reparação de danos morais havia sido julgada procedente, condenando a escola ao pagamento de R$ 13 mil de indenização.
A instituição sustentou que para ser responsabilizada pelo dano, a escola precisa tomar conhecimento dos fatos, o que não teria ocorrido. Afirmou que as testemunhas da vítima não presenciaram os fatos e que, por outro lado, as testemunhas da escola confirmaram o desconhecimento de causa do colégio, uma vez que a autora nunca teria demonstrado descontentamento ou qualquer reclamação referente à bullying.
Nesta linha, defendeu que os pais teriam sido negligentes ao não comunicar a situação à escola e também por permitir a utilização de redes sociais ao menor de idade, sem qualquer monitoramento, motivo pelo qual os pais possuiriam responsabilidade exclusiva pelos danos causados à autora.
Para a desembargadora Cleuci Terezinha Chagas foi possível constatar que a menor foi, de fato, vítima de bullying durante o período de 2007 a 2009. Em avaliação psicológica constatou-se que a menor tem dificuldade em lidar com a imagem, comprometimento da autoestima, sentimentos de inferioridade, inibição, timidez, tendência em vivenciar fantasias como necessidade de fuga, isolamento de contato interpessoal e interação com o ambiente, insegurança, sentimento de inadequação e gagueira por ansiedade.
Ainda conforme a magistrada, a ocorrência do bullying também restou demonstrada por meio de documentos, dos quais é possível verificar comentários depreciativos e perseguições nas fotos em que a menor publicava na conta da rede social “Orkut”.
A desembargadora salientou que em diversas ocasiões a mãe noticiou o colégio sobre a exclusão social e a perseguição que a aluna suportava no local e que a escola encarou a situação como mera timidez e problema de relacionamento da  mesma. “A instituição de ensino tinha conhecimento de que havia algo de errado acontecendo com a estudante, pois, embora seja normal uma pessoa ser tímida, não se pode dizer o mesmo de uma adolescente que está evitando os colegas e o convívio social dentro da escola”, enfatizou.  Ela entendeu a indenização de R$ 13 mil como adequada ao caso.
No segundo caso, a Primeira Câmara Cível não acolheu recurso de apelação interposto pela escola contra sentença que a condenara ao pagamento de R$ 15 mil de indenização por danos morais em virtude de bullying. Em decisão unânime os magistrados entenderam que “o fornecedor de serviços responde objetivamente pelo dano derivado de falha na prestação de serviço em decorrência de omissão das medidas necessárias para coibir a prática de bullying no interior das dependências”.
Conforme os julgadores, restou comprovado nos autos que a prática se deu por vários anos, sem que a escola apelante adotasse as medidas necessárias a fim de evitar a prática do ato, o que caracteriza como defeituosa a prestação dos serviços, sendo inegável que a conduta gerou para a parte apelada prejuízos de ordem moral que justificam a compensação. (Com Assessoria)

Professora faz mesmo penteado de aluna que sofreu bullying por cabelo afro

ESTILO UOL

Ana Bárbara Ferreira deixou o dia de sua aluna mais felizImagem: Reprodução/Facebook
Do UOL
Não é fácil empoderar uma criança que está sofrendo bullying, mas a professora Ana Bárbara Ferreira soube fazer isso como ninguém.
Uma de suas alunas contou que um menino estava chamando seu cabelo afro de feio. Segundo Ana Bárbara, ela estava bem triste com isso, então, a professora fez o que podia naquele momento. Conversou com a menina e disse o quanto ela era linda e que não ligasse para o que o garoto dizia.
Mas, no fundo, a professora sabia que a criança não ia esquecer tão fácil assim as palavras do colega de sala.
Então, no dia seguinte, Ana Bárbara acordou pensando no que tinha acontecido e teve uma grande ideia para empoderar a aluna: fazer exatamente o mesmo penteado que ela costuma usar.
“Quando me viu, foi correndo me abraçar e falar que eu estava linda e eu disse “hoje estou linda igual à você!’”
Ana Bárbara compartilhou a história em sua página do Facebook e o post, que viralizou, já teve mais de 28 mil compartilhamentos e 135 mil reações.


Jovens de Silves preparam vídeo contra “Bullying” Jovens de Silves preparam vídeo contra “Bullying”

DIÁRIO ON LINE


A Câmara Municipal de Silves está a promover várias sessões de sensibilização sobre “bullying” com as escolas do concelho de onde deverá resultar a criação de um vídeo promocional de um projeto de intervenção que está a ser desenvolvido sobre este tema.
A iniciativa já contou com a participação de aproximadamente 100 jovens durante a primeira e a segunda fase do projeto de intervenção “Stop Bullying” que incluirão um diagnóstico das violências nas escolas do concelho e a criação de um grupo de jovens voluntários para participarem no projeto.
O vídeo promocional alerta para as questões da violência e vai ter vários testemunhos e simulações de atos de bullying.
“Esta iniciativa visa a criação de mecanismos e ferramentas de trabalho que permitam às escolas intervir, concretamente, no âmbito das formas de violência existentes nos seus espaços, tendo sido concebido para combater a problemática do Bullying nos estabelecimentos de ensino locais”, refere a câmara, em comunicado.
O projeto culminará com a realização de formação com um técnico/instituição de referência sobre o combate ao Bullying, para os jovens voluntários virem a ser Jovens Líderes da Não-violência Escolar e da Paz, na sua Escola, no ano letivo 2017-2018.

Tribunal de Justiça de MT decide e pais ganham ação contra colégio particular de Cuiabá

MATO GROSSO MAIS

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso tem se posicionado no sentido de que é objetiva a responsabilidade da instituição de ensino pelo bullying sofrido por um de seus alunos no ambiente escolar, ainda mais quando resta comprovada a ciência da situação e a omissão da instituição na prevenção e combate a este tipo de violência.
Em dois casos julgados recentemente, um pela Sexta Câmara Cível e outro pela Primeira Câmara Cível, o Judiciário manteve decisões de Primeira Instância favoráveis aos alunos que estavam matriculados em escolas de grande porte.
No processo analisado pela Sexta Câmara Cível, os julgadores entenderam que o bullying (intimidação sistemática) atinge notadamente o ambiente escolar, onde os estudantes permanecem grande parte do tempo, sendo assunto de grande complexidade e com grande evidência na atualidade, pois aflige os mais variados segmentos da sociedade, causando danos muitas vezes irreversíveis à vítima.
Ainda segundo os magistrados, a prova da existência do bullying é de difícil produção, sendo necessária a análise minuciosa, pelo magistrado, de todos os documentos constantes nos autos, além das demais provas produzidas em Juízo, pois, na maioria das vezes, a vítima sofre sozinha e as únicas testemunhas são seus agressores.
Primeiro caso – A Sexta Câmara Cível analisou dois recursos de Apelação Cível, um interposto pelo Colégio Salesiano São Gonçalo e outro pelos pais da criança vítima de bullying (Apelação nº 129656/2016).
Em Primeira Instância, a Ação de Reparação de Danos Morais havia sido julgada procedente, condenando a escola ao pagamento de R$ 13 mil de indenização.
A escola sustentou que, para ser responsabilizada pelo dano, a instituição de ensino precisa tomar conhecimento dos fatos, o que não teria ocorrido no presente caso.
Afirmou que as testemunhas da parte apelada (vítima) não presenciaram os fatos e que, por outro lado, as testemunhas da escola confirmaram o desconhecimento de causa do colégio, uma vez que a autora nunca teria demonstrado descontentamento ou qualquer reclamação referente à bullying.
Defendeu que a apelada não se desincumbiu de provar que os fatos narrados teriam ocorrido dentro da instituição de ensino, e não em ambiente externo, e que os genitores teriam sido negligentes ao não comunicar a situação à escola e também por permitir a utilização de redes sociais por menor de idade, sem qualquer monitoramento, motivo pelo qual os pais possuiriam responsabilidade exclusiva pelos danos causados à autora.
Já os pais da vítima afirmaram, no recurso, que considerando as particularidades do caso, o valor da indenização deveria ser majorado.
A desembargadora Cleuci Terezinha Chagas (quarta vogal), cujo voto de vista guiou o julgamento, ressalta que dos pareceres emitidos pelos profissionais técnicos da área de psicologia e fonoaudiologia, é possível constatar que a menor foi, de fato, vítima de bullying durante o período de 2007 a 2009.
Em avaliação psicológica constatou-se que a menor tem dificuldade em lidar com sua imagem, comprometimento de sua autoestima, sentimentos de inferioridade, inibição, timidez, tendência em vivenciar fantasias como necessidade de fuga, isolamento de contato interpessoal e interação com o ambiente, insegurança, sentimento de inadequação e gagueira por ansiedade.
Ainda conforme a magistrada, a ocorrência do bullying também restou demonstrada por meio de documentos, dos quais é possível verificar comentários depreciativos e perseguições nas fotos em que a menor publicava em sua conta da rede social “Orkut”.
A desembargadora salientou ainda que em diversas ocasiões a mãe noticiou o colégio sobre a exclusão social e a perseguição que a aluna suportava no local e que a escola encarou a situação como mera timidez e problema de relacionamento da aluna.
“A instituição de ensino tinha conhecimento de que havia algo de errado acontecendo com a estudante, pois, embora seja normal uma pessoa ser tímida, não se pode dizer o mesmo de uma adolescente que está evitando os colegas e o convívio social dentro da escola”, enfatizou.
Para a magistrada, comprovada a ocorrência, dentro da instituição de ensino, de intimidações sistemáticas contra a menor e que as providências tomadas pelo colégio não foram eficazes para solucionar o problema, patente se mostra a violação ao direito de personalidade da aluna, razão pela qual restam configurados os danos extra patrimoniais, os quais devem ser compensados.
Ela entendeu a indenização de R$ 13 mil como adequada ao caso, pois foi arbitrada em atenção à extensão do dano, o comportamento dos envolvidos, às condições econômicas das partes, à repercussão do fato, além da observância aos princípios da proporcionalidade, razoabilidade, além de condizer com os valores atualmente aplicados pelos Tribunais Pátrios.
Segundo caso – A Primeira Câmara Cível não acolheu recurso de Apelação Cível interposto pela Fundação Bradesco contra sentença que a condenara ao pagamento de R$ 15 mil de indenização por danos morais em virtude de bullying (Apelação nº 159946/2016).
Em decisão unânime os magistrados entenderam que “o fornecedor de serviços responde objetivamente pelo dano derivado de falha na sua prestação de serviço em decorrência de omissão das medidas necessárias para coibir a prática de ‘bullying’ no interior das suas dependências”.
Conforme os julgadores, restou comprovado nos autos que a prática se deu por vários anos, sem que a escola apelante adotasse as medidas necessárias a fim de evitar a prática do ato, o que caracteriza como defeituosa a prestação dos serviços, sendo inegável que a conduta gerou para a parte apelada prejuízos de ordem moral que justificam a compensação.

Clube da Trofa distribui por milhares de crianças contos com mensagens e valores

RPT NOTÍCIAS

O livro "As Histórias do Trofi", que reúne contos sobre instituições como os bombeiros ou a Cruz Vermelha, bem como abordagens ao bullying ou à deficiência, será distribuído gratuitamente por milhares de crianças da Trofa, indicaram hoje os responsáveis.


"Criou-se um enredo em torno das personagens, em torno do Trofi, e esta é a forma de chegarmos às crianças e delas a irmãos e pais com histórias que contêm mensagens", disse à agência Lusa João Pedro Costa, presidente do Clube Slotcar da Trofa, coletividade responsável por esta iniciativa e que onde o Trofi, um jovem tigre peludo e sorridente, vive.
O livro, que é apresentado sábado no Espaço Cultural da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa às 11:00, será distribuído a partir de segunda-feira e ao longo do mês de abril nos jardins-de-infância e escolas de ensino básico públicas e privadas da Trofa, distrito do Porto, por crianças com idades entre os 03 e os 10 anos.
"O projeto também tem a ver com a identidade do clube que sempre se direcionou ao público jovem", descreveu João Pedro Costa, admitindo que esta ideia poderá "só ter repercussões ao fim de alguns anos" mas frisando a "importância de semear para o futuro".
O "Histórias do Trofi" inclui seis contos, sendo o primeiro chamado "Trofi: O Pequeno Tigre Bondoso" dedicado à ação dos bombeiros. O tigre cor de laranja com manchas pretas descobre, depois de ver um gato numa árvore como é que uma das instituições parceiras deste projeto, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa, atua no terreno.
Segue-se "O Estranho Aluno Novo", um conto que inclui uma personagem gaga, logo com mensagens sobre bullying e sobre a inclusão e deficiência, ainda que estas sejam palavras que nunca chegam a ser usadas na história.
"Dia de Leitura" e "A Notícia" são contos que sensibilizam os mais novos para a importância de ler, sendo que o segundo conto introduz outro dos parceiros do Clube Slotcar na realização desta iniciativa: o jornal local Notícias da Trofa, o qual é visitado pelo Trofi numa visita de estudo.
Pelo meio "O Almoço" introduz no objetivo deste projeto a apresentação de outra instituição do concelho, a Cruz Vermelha da Trofa. Tudo acontece quando o Trofi torce o nariz a um prato de peixe e batatas cozidas e lhe é explicado que existem pessoas carenciadas e entidades que procuram socorrê-las de forma solidária.
Por fim o último conto fala exatamente do Slotcar da Trofa, um clube que conta com o apoio do Instituto Português da Juventude e Desporto (IPDJ) e se dedica a várias atividades culturais, desportivas e lúdicas.
Os textos da obra são da autoria de Alexandra Santos e as ilustrações são do lápis de Paulo Fernandes. Ambos, refere o convite para a apresentação do livro, "trabalharam nos últimos 18 meses na concretização de um sonho: um livro que passe para a comunidade valores e ideais, em especial para os mais pequenos".

BULLYING - A Gazeta, coluna Mistura Fina


VEÍCULO: A Gazeta
BAIRRO/CIDADE/ESTADO: Rio Branco, Acre
DATA: 23 de março de 2016
SEÇÃO: Caderno 2 - Coluna Mistura Fina
JORNALISTA: Degeane Santos

Selena Gomez revela ter sido vítima de bullying

NOTÍCIAS AO MINUTO

A cantora terá sido mal tratada durante o tempo em que era estrela da Disney.


POR MARILINE DIREITO RODRIGUES

Selena Gomez voltou a revelar mais um episódio difícil do seu crescimento. A cantora confessou que foi vítima de bullying, durante o tempo em que protagonizada uma série da Disney - ‘Os Feiticeiros de Waverly Place’.

As informações foram dadas pela própria durante uma entrevista ao New York Times: “Eu sei o que é ser vítima de bullying. Eu fui e a minha mãe também”, constatou.
Na mesma conversa, a artista de 24 anos também contou como lida com as críticas negativas que recebe nas redes sociais: “Sempre acabamos por nos focar nas coisas mais negativas, [os ‘haters’] são pessoas que querem magoar a tua alma. Toda a gente possui inseguranças particulares, agora imagina ver todos os teus problemas apontados à frente de várias pessoas”, reflete.
Importa sublinhar que um dos mais recente projetos de Selena Gomez é uma série de nome ‘13 Reasons Why’, onde conta a história de uma estudante que se suicida depois de ser alvo de bullying na escola.

Kate Winslet revela que sofria bullying na escola: ‘Eles me chamavam de baleia’

  • BAND.COM.BR

A atriz britânica Kate Winslet participou do evento anual da WE Day UK em Londres e compartilhou com o público as recordações dos momentos mais difíceis de sua infância.
“Eu estava sempre me comparando com os outros, sofri bullying na escola. Eles me chamavam de baleia, me provocavam por querer atuar. Já me trancaram no armário e riram de mim”, contou a artista.
Kate Winslet também contou sobre como a gordofobia a afetou sua vida pessoal.
“Eles ainda me disseram que eu poderia ter sorte com minha carreira de atriz se me contentasse em interpretar personagens gordas. Eu nunca consegui esquecer isso. Eu me sentia verdadeiramente horrível com essa indelicadeza”, revelou.
Felizmente, a atriz conseguiu dar a volta por cima e realizar seu sonho. “E então, um dia eu fui escalada como Rose em ‘Titanic’. A candidata mais improvável. De repente, eu estava atuando em um dos maiores filmes já feitos”, terminou.

Confira a fala inspiradora da britânica no evento:

Câmara Municipal de Silves quer eliminar violência nas escolas com projeto "Stop Bullying"

Câmara Municipal de Silves quer eliminar violência nas escolas com projeto "Stop Bullying"
  
Imprimir Partilhar por email
25-03-2017 - 16:32
A Câmara Municipal de Silves (através dos seus sectores de Juventude e Psicologia) leva a efeito, ao longo do mês de março, com a colaboração das escolas do concelho, várias sessões de sensibilização, integradas no projeto de intervenção "Stop Bullying", sessões que resultarão na criação de um vídeo promocional do projeto e do seu conceito.
 
Até ao momento cerca de 100 jovens já participaram nesta iniciativa, adianta a edilidade em nota de imprensa, que se encontra, já, na sua terceira fase de aplicação, considerando que já se efetuou um diagnóstico das violências nas Escolas do Concelho de Silves, através da aplicação de questionários a todos os jovens em contexto escolar, entre o 5º e o 9º ano. 
 
Um estudo desenvolvido pelo PIAGET de Silves, que permite aferir dados concretos sobre a dimensão do Bullying no Concelho de Silves e o seu impacto nas vítimas, assim como fazer uma análise descritiva dos resultados, de modo desenvolver ferramentas de intervenção de acordo com a realidade auscultada no concelho. 
 
Posteriormente foi criado e auscultado um grupo de jovens voluntários para participarem ativamente no Projeto Stop Bullying no Concelho de Silves (2ª fase), envolvendo-os no projeto, nomeadamente na 3ª fase do mesmo, que está a decorrer, ou seja, na realização do vídeo promocional que alerte para as questões da violência e que resultará do registo de entrevistas e de simulações de ações de bullying.
 
O projeto culmina com a realização de formação com um técnico e/ou instituição de referência sobre o combate ao Bullying, para os jovens voluntários virem a ser "Jovens Líderes da Não-violência Escolar e da Paz", na sua escola, no ano letivo 2017-2018, refira-se que os jovens líderes serão responsáveis por estar atentos ao que se passa na sua escola, para intervirem na mediação de conflitos, fazendo a ponte entre os seus pares e os professores, explica a autarquia.
 
Esta iniciativa visa a criação de mecanismos de trabalho que permitam às escolas intervir, no âmbito das formas de violência existentes nos seus espaços, tendo sido concebido para combater a problemática do Bullying nos estabelecimentos de ensino locais. 
 
Simultaneamente, permitirá o desenvolvimento de um trabalho em rede, com parceiros de diferentes áreas, que possa contribuir para a diminuição deste problema vivido pela comunidade infanto-juvenil.
 
Algarve Primeiro